Categoria: Artigos
Data: 30/01/2026
“Suave é ao homem o pão ganho por fraude, mas, depois, a sua boca se encherá de pedrinhas de areia.” (Provérbios 20.17)
A integridade não apaga sua lâmpada na escuridão da crise. Muitas pessoas, porém, abandonando-a, entram em esquemas de corrupção para acumular fortunas. Fraudam licitações. Buscam informações privilegiadas. Patrocinam companhas de políticos desonestos para depois receber benefícios especiais para seus negócios sujos. Compram sentenças a peso de ouro para fugir dos rigores da lei. Subornam, oferecem propinas, tornam-se especialistas na arte da enganação e conseguem aumentar de forma exponencial seu patrimônio.
Mas, o fim dessa linha não é luminoso. Esse pão suave ganho por fraude faz mal ao estômago. O apartamento comprado com dinheiro desonesto torna-se uma prisão. O ouro acumulado com roubo torna-se combustível para sua própria destruição. O trigo macio do conforto transforma-se em pedrinhas de areia na boca. Aquilo que parecia dar vida, transforma-se em instrumento de morte. A riqueza só é bênção quando vem como resultado do trabalho honesto e como fruto da bênção de Deus.
Vender a alma ao diabo para ficar rico é uma consumada loucura. Isso não tem sabor de pão; é como estar com a boca cheia de pedrinhas de areia. Produz desconforto, tormento e morte. O trabalho honesto dignifica o homem, ajuda o próximo, fortalece a nação e honra a Deus.